Como Otimização e Simulação podem melhorar Sistemas de Saúde?
Os custos de serviços de saúde e atendimento social excedem qualquer expectativa econômica em todo o mundo. Em 1960, programas públicos nos Estados Unidos custaram 25% dos gastos totais em saúde e tais gastos cresceram para 45% em 2004 (Centers for Medicare & Medicaid Services, 2006). A projeção Americana é de que nos próximos dez anos, gastos com o sistema de saúde consumirão uma parcela maior e sempre crescente do Produto Interno Bruto e do Orçamento Federal (Hartman et al., 2007).
Devido ao número de variáveis envolvidas na tomada de decisão, administradores de hospitais necessitam de uma metodologia de apoio usando otimização e/ou simulação. Por exemplo, longas filas de espera tendem a ser um problema em hospitais, sendo uma das principais causas de reclamações e desistência por parte dos pacientes. Neste caso, simulação é usada para avaliar, minimizar ou mesmo eliminar gargalos neste ambiente sempre dinâmico. A fim de apresentar uma previsão de serviços, o uso de simulação pode ter impacto na tomada de decisão em:
- Fluxo de pacientes
- Previsão de ocupação de curto/longo prazo
- Previsão e avaliação de serviços
- Número de funcionários necessários em uma unidade médica
- Numero e troca de turnos de médicos e enfermeiros
- Filas (tempo de espera)
Por outro lado, otimização oferece apoio em decisões como:
- Layout de hospitais
- Turnos de médicos e enfermeiros
- Fluxos internos no hospital
- Filas (tempo de espera)
>>RETORNE AO TOPO DA PÁGINA